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02-05-11 15:17


Assunto: Primeiro-Ministro visita obra da Somague - ETAR de Alcântara


O Primeiro-Ministro, José Sócrates, esteve presente na cerimónia de arranque integral da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara, dia 29 de Abril, acompanhado pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Álvaro Pássaro, pelo Presidente da CML, António Costa, pelo Presidente das AdP, Pedro Serra, entre outras individualidades. A Somague esteve representada pelo seu Presidente, José Machado do Vale, e pelas equipas que, directa ou indirectamente, estiveram envolvidas neste projecto.  

 

A ETAR de Alcântara, obra em que a Somague é líder do consórcio (Somague/Edifer/Hidrocontrato), é uma infra-estrutura que se assume como a maior do País e que coloca em funcionamento o seu sistema integral, permitindo o tratamento secundário e a desinfecção de todas as águas residuais provenientes do subsistema de parte do Município de Lisboa, incluindo a zona ribeirinha do Terreiro do Trigo, em Santa Apolónia, até Belém, e parte dos Municípios de Amadora e de Oeiras.

 

No decorrer das obras de adaptação e ampliação iniciadas em 2006, garantiu-se o pleno funcionamento da ETAR. Com um investimento de cerca de 70 milhões de euros, esta ETAR possui um equipamento de ventilação e de tratamento de cheiros com capacidade para 160 mil metros cúbicos por hora de ar, beneficiando 756 mil habitantes.

 

Tratando-se de uma infra-estrutura situada numa zona urbana, esta obra assegurou a requalificação ambiental e paisagística desta zona através de um jardim suspenso.

 

A construção da nova ETAR de Alcântara constitui um passo gigantesco para a melhoria da qualidade das águas do Estuário do Tejo e a requalificação ambiental e paisagística do Vale de Alcântara.

 

O conjunto das obras complementares realizadas no subsistema de Alcântara, nos Municípios de Amadora e de Oeiras e na frente ribeirinha de Lisboa foi outro passo necessário para a requalificação do território e, em especial, do Estuário do Tejo.

 

Esses Municípios estão agora globalmente cobertos por tratamento adequado e a correspondente frente ribeirinha do Tejo livre da afluência de águas residuais.

 

Com esse esforço, as populações dos Municípios de Lisboa, Amadora e Oeiras e, em geral, da Grande Lisboa poderão desfrutar de um Tejo progressivamente requalificado.

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